Tuesday, September 21, 2010

The brazilian Orchestra Som Bateau


In brazilian tupiniquim
Seria interessantíssimo, em termos de pesquisa de música popular - e principalmente de uma espécie de sociologia do profissional da música - um estudo sobre as anônimas orquestras que as diversas gravadoras formam para lançar sucessos do momento. São dezenas os exemplos de nomes fictícios, que os departamentos comerciais das fábricas "inventam" para, reunindo aqueles sucessos trimestrais, garantirem, bom faturamento. Maurice Monthier, Bob Fleming e tantos outros foram maestros que jamais existiram, sendo apenas pseudônimos criados para dar uma certa personalidade a formação orquestral de estúdio, com bons músicos, não resta dúvida, mas que pertencem a diferentes grupos e orquestras. A Phonogram, por exemplo, tem vários conjuntos nesta fase e uma delas é a Orquestra Som Bateau, nome dado anos atrás, quando a boite dos frances Caste já, era o "quente" na noite carioca. O título funcionou e assim a Som Bateau continua a funcionar. Agora, sai um novo disco da Som Bateau ("Ataca de Nostalgia", Polyfar, 2494551, setembro/75), produção de Guti, coordenação de Jairo Pires e arranjos de José Roberto Bertram, maestro a quem devem, provavelmente, serem creditados os elogios e críticas deste elepê comercial, reunindo mais de 20 hits que fizeram sucesso nos anos 30/50. E que, pode ser ouvido com prazer, pelo público com mais de 30 anos: "Nel Blu Di Pinto Di Blu", "Tea For Two", "Over The Rainbow"[,] "Al Di Lá", "Matilda", "A String Of Pearls", "Datemi Un Martello", "Moonlight Serenade", "Tenderly", "Singin`In The Rain", "Night And Day", "Besame Mucho", "Beguin The Bugine", ["]Diana", "Siboney", "El Dia Que Me Queiras" e outros. Enfim, na nostalgia tudo vale.
In english by The Google Translate
It would be interesting in terms of research of brazilian popular music - and especially a sort of sociology of professional music - a study on the anonymous orchestras that make up the various record labels to launch successes of the moment. Examples are dozens of fictitious names, that the marketing departments of the factories "invent" to, quarterly meeting those successes, guarantee, proper billing. Alain Debray, Maurice Monthier, Bob Fleming and many other conductors who have never existed, but only aliases created to give some personality to orchestral training studio, with good musicians, no doubt but that belong to different groups and orchestras. The Phonogram, for example, has several sets at this stage and one of them is the Bateau Sound Orchestra, the name given years ago when the French boite Caste now, was the "hot" night in Rio de Janeiro. Soon more information from Som Bateau, a brazilian orchestra from the 70's.

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